Tomografia (TC) vs. Ressonância Magnética: o que é melhor para o seu paciente veterinário?

– Laudapet, Ressonância Magnética Veterinária - Florianópolis

cranio canino imagem de tomografia

Entenda as principais diferenças entre a Ressonância Magnética (RM) e a Tomografia Computadorizada (TC) e descubra o exame ideal para o seu paciente

Quando um paciente chega à Laudapet, em Florianópolis, com suspeita de doença neurológica, seguimos um protocolo completo para o veterinário poder identificar, diagnosticar e tratar a causa do problema. O primeiro passo é um exame físico e neurológico detalhado para entender os sintomas e localizar a possível origem da alteração. A partir disso, definimos os diagnósticos diferenciais e selecionamos o exame avançado ideal: Ressonância Magnética (RM) ou Tomografia Computadorizada (TC).

Tanto a TC quanto a RM utilizam tecnologia de alta precisão para reconstruir imagens da anatomia em três dimensões.

Quando escolher Ressonância Magnética (RM)?

A RM é superior na avaliação de tecidos moles, como cérebro, medula espinhal, nervos, ligamentos e estruturas internas delicadas.
Ela usa campos magnéticos e ondas de rádio — sem radiação — oferecendo imagens detalhadas e seguras.

É o exame mais indicado para:

  • Lesões cerebrais

  • Tumores

  • Encefalites

  • Doenças degenerativas

  • Extrusões discais

  • Lesões intramedulares

Por ser um exame mais longo e sensível ao movimento, a anestesia é necessária.

Quando escolher Tomografia Computadorizada (TC)?

A TC utiliza radiação (como o raio-X) e é excelente para diferenciar estruturas com densidades distintas, como osso, ar e tecido.
O exame é rápido, geralmente de 10 a 20 minutos, e muitas vezes pode ser feito apenas com sedação.

É muito útil em:

  • Traumas agudos de cabeça

  • Fraturas de coluna

  • Neoplasias ósseas

  • Tumores nasais

  • Otite média/externa

  • Casos de emergência pela rapideZ

 

Há vários fatores a serem considerados ao escolher a ressonância vs. tomografia em um caso neurológico. Como em qualquer exame diagnóstico, o neurologista deve avaliar os diagnósticos diferenciais mais prováveis em conjunto com a precisão da modalidade de imagem para cada hipótese. Esses fatores precisam ser equilibrados com os riscos e benefícios do exame.

Quando consideramos qual modalidade de imagem é a ideal, pode ser difícil fornecer uma resposta simples e universal. Mas, em geral, a ressonância é superior na resolução de lesões em tecidos moles.
A RM utiliza campos magnéticos poderosos e pulsos de radiofrequência para produzir imagens detalhadas dos órgãos, tecidos moles, ossos e outras estruturas internas do corpo.
A TC usa radiação (raios X – como as radiografias), sendo melhor para diferenciar tecidos com densidades distintas, como osso, ar e água (tecido).

A RM tende a ser mais cara, menos acessível e o exame demora mais. Na prática, a anestesia é necessária para a MRI, enquanto a CT, por ser muito rápida, pode ser feita com sedação profunda ou até contenção simples, em alguns casos.

Dito isso, nos casos em que há suspeita de lesão cerebral, a RM é mais sensível e específica na maioria dos pacientes para diagnosticar tumores cerebrais primários ou metastáticos, encefalite, lesões vasculares e doenças degenerativas.
Para lesões na coluna, a RM é melhor para extrusões discais, tumores de tecidos moles (ex.: meningioma) e lesões intraparenquimatosas (como FCE, meningomielite, siringomielia).

A força da TC está no uso em traumas cranianos agudos, fraturas vertebrais, neoplasias ósseas, alguns tumores nasais e otite média/externa.
A TC é frequentemente utilizada em emergências devido à disponibilidade e ao tempo curto de escaneamento.

Em casos nos quais a MRI seria a primeira escolha, mas o tutor opta pela CT devido a custos ou riscos, é importante observar que os resultados podem ser inespecíficos e o paciente pode acabar precisando de MRI caso a CT seja inconclusiva ou normal.

Qual é melhor?

Depende do caso. Quando há suspeita de lesão cerebral ou medular, a RM é a mais indicada por ser mais sensível e específica. Para traumas, fraturas e avaliação óssea, a TC é mais eficiente.

A Laudapet, especializada em Ressonância Magnética veterinária está localizada em Florianópolis, Santa Catarina, e conta com equipe especializada para avaliar cada paciente individualmente, junto ao veterinário, para indicar o melhor e mais seguro método diagnóstico!

Anterior
Anterior

Quando Indicar para Ressonância Magnética de Pequenos Animais: Guia Laudapet

Próximo
Próximo

A Importância da Ressonância Magnética na Medicina Veterinária